Eu venho tentando ser o melhor em tudo e pra todos. Tentando ser a melhor atriz, a melhor amiga, a melhor aluna, a melhor companheira, a melhor filha e a melhor irmã. Mas por tentar ser melhor em tantas coisas eu acabo sendo mediana em todas elas.
Eu não posso resolver todos os problemas dos meus amigos, não posso estar presente em todos os lugares, não posso sorrir todas as horas, não posso prestar atenção em tudo e nem fingir conseguir todas as horas.
Eu sou humana e também tenho meus momentos de fraquezas, de tristezas, de indisposição, de sono, de raiva e de choro. Tenho momentos em que preciso de um carinho, de um beijo, de um sorriso, de uma companhia ou de um simples abraço. Mas eu tento proporcionar tanto isso aos outros que me esqueço dos meus próprios momentos.
Me esqueço de me cuidar, de pensar no melhor pra mim, de interpretar as minhas próprias emoções e não as de um personagem. Acho que eu tento ser o melhor até para um personagem. Tento estar perto de todos quando eles precisam, esqueço meus problemas para resolver outros, esqueço de sorrir para proporcionar sorrisos e esqueço de chorar para consolar outros choros. Já não sei até que ponto estou vivendo para mim e até que ponto estou vivendo para os outros.
Estou vivendo minhas emoções ou a dos outros? Eu gosto de você ou gosto porque me convém? Eu sorrio por vontade ou por ver outros sorrirem? Já não sei responder essas perguntas. Não consigo pensar nisso, não tenho tempo para pensar em mim. São tantas pessoas para me preocupar que a mais importante eu largo de lado. Eu me esqueço de mim.
Me preocupo com a vida de todos que eu amo e esqueço de me amar. Eu tento tanto proporcionar felicidades que esqueço de ser feliz. Já não ganho abraços quando preciso e sim dou abraços quando precisam. Não beijo por vontade, mas para satisfazer a vontade de outros. Não sorrio por estar feliz, mas para que você não tenha que se preocupar comigo. Não choro perto de outros, porque eu tenho que ser forte o suficiente pra fazê-los sorrir. Não demonstro a falta que alguns me fazem para que outros não sintam ciúmes.
Mas hoje eu estou me sentindo vazia. Eu não consigo diferenciar mais as minhas vontades e os meus desejos. Hoje a minha vontade é explodir. E meu desejo? Meu desejo é ter você aqui. Mas que diferença isso faz? Seu desejo não é me ter e sua vontade não é que eu me exploda. Por isso eu ainda estou aqui, tentando sorrir. Estou aqui fingindo estar feliz, fingindo não me preocupar e pior, fingindo amar.
Mas de uma coisa eu nunca me arrependi, eu nunca me arrependi de te fazer feliz!
terça-feira, 27 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Confusões no amor
Ela anda sorrindo, vive no mundo da lua. Ninguém sabe o que essa menina tem, mas todos notam a diferença nela. Menina? Não! Juliana agora é uma mulher. Uma mulher que aprendeu a não compartilhar nada com ninguém, a guardar seus amores pra ela mesma.
Ele anda sorrindo, vive no mundo da lua. Ninguém sabe o que esse menino tem, mas todos notam a diferença nele. Menino? Não! Rafael agora é um homem. Um homem que aprendeu a dar valor a tudo que conquistou, a guardar seus amores pra ele mesmo.
Juliana não conhece Rafael, mas sorri pelo mesmo motivo que ele. Pelo tal do 'amor', aquele que deixa o mundo todo cor de rosa e um sorriso bobo estampado no rosto.
Rafael vai trabalhar com a esperança de que Luciana passe lá para lhe fazer uma visita. Juliana anda com o celular nas mãos na esperança que Gustavo lhe mande uma mensagem ou telefone. Rafael sonha todos os dias com Luciana e Juliana com Gustavo.
Juliana e Rafael não sabem, mas passam um pelo outro todos os dias na rua. Olham-se, admiram-se, mas logo voltam a pensar em seus amores, platônicos está certo, mas amores.
Luciana é amiga de Juliana. Gustavo é apaixonado por Luciana. E ela nem sonha com isso, pois está apaixonada por Fernando, o irmão de Juliana. Rafael acha que Luciana vai até o trabalho dele para lhe ver, porém ela apenas passa lá por ser caminho para o trabalho de Fernando. Juliana acha que a amizade de Gustavo por ela é amor, mas é apenas uma forma de se aproximar de Luciana. E Fernando? Esse é louco por Rafael.
Luciana nem imagina que o seu amor na verdade é gay. Assim como Juliana não imagina que seu real amor é Rafael. Mas ela irá descobrir logo.
Um dia Gustavo contou a Juliana sobre seu amor por Luciana. Luciana lhe contou que era apaixonada por seu irmão e este lhe contou que era gay. Ju não sabia o que fazer com todos esses segredos que lhe foram revelados, estava confusa, revoltada e triste, muito triste.
Foi nesse dia que ela realmente reparou em Rafael, reparou em seus olhos verdes e seu corpo bem definido. Rafa também reparou no sorriso perfeito de Ju e em seus cabelos loiros. Os dois se olharam por minutos sem dizer nada, apenas sorriam um para o outro. Estavam felizes por terem finalmente se olhado, se notado e por terem um ao outro.
Começaram a conversar, perceberam que tinham tudo em comum e que queriam um ao outro mais que qualquer coisa. Ficaram juntos e esqueceram-se daqueles tais 'amores'. Hoje eles sorriem da mesma forma boba que antes e pelo mesmo motivo: o amor. Mas dessa vez o amor é real, é recíproco e é sincero!
E Gustavo e Luciana? Perceberam o amor valioso que tiveram nas mãos e não corresponderam, se arrependeram e hoje sentem inveja da felicidade de Rafa e Ju. Fernando? Esse está muito feliz com Tiago, o irmão de Rafael!
Ele anda sorrindo, vive no mundo da lua. Ninguém sabe o que esse menino tem, mas todos notam a diferença nele. Menino? Não! Rafael agora é um homem. Um homem que aprendeu a dar valor a tudo que conquistou, a guardar seus amores pra ele mesmo.
Juliana não conhece Rafael, mas sorri pelo mesmo motivo que ele. Pelo tal do 'amor', aquele que deixa o mundo todo cor de rosa e um sorriso bobo estampado no rosto.
Rafael vai trabalhar com a esperança de que Luciana passe lá para lhe fazer uma visita. Juliana anda com o celular nas mãos na esperança que Gustavo lhe mande uma mensagem ou telefone. Rafael sonha todos os dias com Luciana e Juliana com Gustavo.
Juliana e Rafael não sabem, mas passam um pelo outro todos os dias na rua. Olham-se, admiram-se, mas logo voltam a pensar em seus amores, platônicos está certo, mas amores.
Luciana é amiga de Juliana. Gustavo é apaixonado por Luciana. E ela nem sonha com isso, pois está apaixonada por Fernando, o irmão de Juliana. Rafael acha que Luciana vai até o trabalho dele para lhe ver, porém ela apenas passa lá por ser caminho para o trabalho de Fernando. Juliana acha que a amizade de Gustavo por ela é amor, mas é apenas uma forma de se aproximar de Luciana. E Fernando? Esse é louco por Rafael.
Luciana nem imagina que o seu amor na verdade é gay. Assim como Juliana não imagina que seu real amor é Rafael. Mas ela irá descobrir logo.
Um dia Gustavo contou a Juliana sobre seu amor por Luciana. Luciana lhe contou que era apaixonada por seu irmão e este lhe contou que era gay. Ju não sabia o que fazer com todos esses segredos que lhe foram revelados, estava confusa, revoltada e triste, muito triste.
Foi nesse dia que ela realmente reparou em Rafael, reparou em seus olhos verdes e seu corpo bem definido. Rafa também reparou no sorriso perfeito de Ju e em seus cabelos loiros. Os dois se olharam por minutos sem dizer nada, apenas sorriam um para o outro. Estavam felizes por terem finalmente se olhado, se notado e por terem um ao outro.
Começaram a conversar, perceberam que tinham tudo em comum e que queriam um ao outro mais que qualquer coisa. Ficaram juntos e esqueceram-se daqueles tais 'amores'. Hoje eles sorriem da mesma forma boba que antes e pelo mesmo motivo: o amor. Mas dessa vez o amor é real, é recíproco e é sincero!
E Gustavo e Luciana? Perceberam o amor valioso que tiveram nas mãos e não corresponderam, se arrependeram e hoje sentem inveja da felicidade de Rafa e Ju. Fernando? Esse está muito feliz com Tiago, o irmão de Rafael!
domingo, 30 de maio de 2010
Uma dupla concorrida
Mais uma aula cansativa e sem nada que me chame à atenção. A professora Claudia está explicando o projeto de ciências desse ano e isso não me interessa nem um pouco. Enquanto ela fala, meu olhar vaga pela sala a procura de uma distração, logo achei uma: o Fred. Fred é um aluno do 3º ano que estava passando em frente à porta da minha sala, como sempre. Eu não conseguia tirar os olhos dele. A sala dele ficava do outro lado do prédio, não tinha porque ele ficar passando em frente à sala do 2º ano. Eu refletia sobre isso até que uma parte da explicação da professora me interessou:
-Vocês deverão desenvolver seus projetos em dupla com alunos do 3º ano. Os grupos deverão ser passados para o representante de sala.
Na hora pensei no Fred, mas imaginei que todas as outras meninas pensaram a mesma coisa. Quem não queria fazer trabalho com ele? Claro que eu não podia convidá-lo, então comecei a cogitar outras hipóteses como Joana Leão, a nerd que ninguém convidaria ou Lucas Bittencourt que acabara de se mudar e não tinha amizades no colégio. Enquanto pensava o sinal bateu e mecanicamente peguei minhas coisas enquanto imaginava quem seria a dupla do Fred. No corredor vi Juliana, a menina mais pra frente da minha sala, falando com Fred. Parei na porta da sala do 1º ano e fiquei ouvindo.
- Você já tem dupla pro projeto de ciências?
-A inda não, mas já tenho alguém em mente pra convidar.
Nessa hora o sorriso de vencedora da Ju sumiu e eu ri baixinho. Ver a Ju ser rejeitada pelo menos uma vez me alegrava.
-Mas Fred...
-Desculpa, mas tenho que ir ali procurar a minha dupla.
Nesse momento meu coração disparou, o Fred estava vindo em minha direção. Eu não sabia o que fazer. Entrei na sala do 1º ano e sentei no chão, eu não acreditava que o Fred queria fazer trabalho comigo. Eu nunca conversei com ele nem nada, não acreditava naquilo. Mas vai ver que nem sou eu a pessoa que ele vai convidar, vai ver tinha alguém por perto e eu nem vi. Meu coração não cabia dentro do peito, parecia que queria sair pela boca, eu não conseguia parar de sorrir. Fiquei mais de cinco minutos sentada olhando pro nada com meus cadernos na mão. Acalmei-me aos poucos e resolvi sair da sala para ir embora.
Quando sai da sala, o Fred estava parado encostado na parede olhando pra mim. Fiquei vermelha de vergonha, mas sorri como se nada tivesse acontecido.
- Estava me perguntando por quanto tempo você iria ficar ali sentada.
Fiquei mais vermelha do que nunca.
-Ah, eu estava vendo se meu livro tinha ficado na sala...
-Do 1º ano?
- É.
-Estava te esperando. Quer uma carona pra casa?
- Quero.
- Você já tem dupla pro projeto de ciências?
-Não e você?
- Ah, ainda não. Estava pensando em chamar a Clara.
É, eu estava certa.
-Vocês deverão desenvolver seus projetos em dupla com alunos do 3º ano. Os grupos deverão ser passados para o representante de sala.
Na hora pensei no Fred, mas imaginei que todas as outras meninas pensaram a mesma coisa. Quem não queria fazer trabalho com ele? Claro que eu não podia convidá-lo, então comecei a cogitar outras hipóteses como Joana Leão, a nerd que ninguém convidaria ou Lucas Bittencourt que acabara de se mudar e não tinha amizades no colégio. Enquanto pensava o sinal bateu e mecanicamente peguei minhas coisas enquanto imaginava quem seria a dupla do Fred. No corredor vi Juliana, a menina mais pra frente da minha sala, falando com Fred. Parei na porta da sala do 1º ano e fiquei ouvindo.
- Você já tem dupla pro projeto de ciências?
-A inda não, mas já tenho alguém em mente pra convidar.
Nessa hora o sorriso de vencedora da Ju sumiu e eu ri baixinho. Ver a Ju ser rejeitada pelo menos uma vez me alegrava.
-Mas Fred...
-Desculpa, mas tenho que ir ali procurar a minha dupla.
Nesse momento meu coração disparou, o Fred estava vindo em minha direção. Eu não sabia o que fazer. Entrei na sala do 1º ano e sentei no chão, eu não acreditava que o Fred queria fazer trabalho comigo. Eu nunca conversei com ele nem nada, não acreditava naquilo. Mas vai ver que nem sou eu a pessoa que ele vai convidar, vai ver tinha alguém por perto e eu nem vi. Meu coração não cabia dentro do peito, parecia que queria sair pela boca, eu não conseguia parar de sorrir. Fiquei mais de cinco minutos sentada olhando pro nada com meus cadernos na mão. Acalmei-me aos poucos e resolvi sair da sala para ir embora.
Quando sai da sala, o Fred estava parado encostado na parede olhando pra mim. Fiquei vermelha de vergonha, mas sorri como se nada tivesse acontecido.
- Estava me perguntando por quanto tempo você iria ficar ali sentada.
Fiquei mais vermelha do que nunca.
-Ah, eu estava vendo se meu livro tinha ficado na sala...
-Do 1º ano?
- É.
-Estava te esperando. Quer uma carona pra casa?
- Quero.
- Você já tem dupla pro projeto de ciências?
-Não e você?
- Ah, ainda não. Estava pensando em chamar a Clara.
É, eu estava certa.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
A menina que aprendeu a amar
Ela era só uma menina. Uma menina que não conhecia muito do mundo nem do amor. Ela era apenas mais uma que sonhava alto e não dava limites à imaginação. Mais uma entre várias, era assim que ela pensava.
Ela tinha alguns amigos confiáveis, outros apenas para zuação e outros para quando lhe era conveniente. Todos são assim. Mas diferente do resto do mundo, ela tinha um anjo. Esse anjo não tinha asas como os demais. Não estava sempre por perto para lhe proteger nem para evitar os acidentes e sofrimentos, mas ele estava sempre perto para aliviar as dores e lhe ensinar tudo que aprendera com a vida.
Não era um anjo muito experiente, tinha apenas 19 anos. Não tinha conhecido o mundo todo, nem vivido em muitos lugares. Nunca fora ao céu e não tinha vivido todas as experiências possíveis, mas lhe ensinou a mais importante.
A menina tinha um anjo carioca. Era um carioca como qualquer outro. Falava pow, mermo, tinha sotaque e adorava praia. Não tinha muito juízo, era lindo e encantador. Era um carioca normal. A única diferença é que ele conquistou uma mineira. Não só conquistou, ele roubou o coração dessa menina pra sempre. Ele mudou a vida dela apenas com palavras e gestos.
Ela se comunicava com seu anjo pela internet, uma vez por telefone e outra por carta. Uma carta que está guardada em um lugarzinho só dela, pois foi a primeira carta de amor que ela recebeu. E não importam quantas outras receba aquela sempre será a mais marcante e talvez a mais sincera.
Não conhecia seu carioca pessoalmente, mas confiava nele de olhos fechados. Compartilhou com ele todos os sofrimentos, as alegrias, as dores, os dias de tpm, os dias de broncas, os dias de besteiras, os dias de desejo, de sol, de chuva, de frio, de calor... Todos os dias durante mais de um ano.
Mas todo relacionamento tem um 'prazo de validade' e o deles chegou ao fim. O carioca sumiu e não deu mais noticias para a mineira. Esta aos poucos tentava continuar sua vida sem ele, mas um pedaço lhe faltava. Seu coração estava 'off-line'. Não queria mais ninguém a não ser ele e quando tinha outro alguém era impossível não fazer comparações. Porque quando se prova do melhor, comparações sempre serão feitas. Mas aos poucos ela aprendeu a seguir em frente e guardar esse anjo apenas em seu coração para os dias de tristeza.
Um carioca que ensinou uma mineira a amar.
Ela tinha alguns amigos confiáveis, outros apenas para zuação e outros para quando lhe era conveniente. Todos são assim. Mas diferente do resto do mundo, ela tinha um anjo. Esse anjo não tinha asas como os demais. Não estava sempre por perto para lhe proteger nem para evitar os acidentes e sofrimentos, mas ele estava sempre perto para aliviar as dores e lhe ensinar tudo que aprendera com a vida.
Não era um anjo muito experiente, tinha apenas 19 anos. Não tinha conhecido o mundo todo, nem vivido em muitos lugares. Nunca fora ao céu e não tinha vivido todas as experiências possíveis, mas lhe ensinou a mais importante.
A menina tinha um anjo carioca. Era um carioca como qualquer outro. Falava pow, mermo, tinha sotaque e adorava praia. Não tinha muito juízo, era lindo e encantador. Era um carioca normal. A única diferença é que ele conquistou uma mineira. Não só conquistou, ele roubou o coração dessa menina pra sempre. Ele mudou a vida dela apenas com palavras e gestos.
Ela se comunicava com seu anjo pela internet, uma vez por telefone e outra por carta. Uma carta que está guardada em um lugarzinho só dela, pois foi a primeira carta de amor que ela recebeu. E não importam quantas outras receba aquela sempre será a mais marcante e talvez a mais sincera.
Não conhecia seu carioca pessoalmente, mas confiava nele de olhos fechados. Compartilhou com ele todos os sofrimentos, as alegrias, as dores, os dias de tpm, os dias de broncas, os dias de besteiras, os dias de desejo, de sol, de chuva, de frio, de calor... Todos os dias durante mais de um ano.
Mas todo relacionamento tem um 'prazo de validade' e o deles chegou ao fim. O carioca sumiu e não deu mais noticias para a mineira. Esta aos poucos tentava continuar sua vida sem ele, mas um pedaço lhe faltava. Seu coração estava 'off-line'. Não queria mais ninguém a não ser ele e quando tinha outro alguém era impossível não fazer comparações. Porque quando se prova do melhor, comparações sempre serão feitas. Mas aos poucos ela aprendeu a seguir em frente e guardar esse anjo apenas em seu coração para os dias de tristeza.
Um carioca que ensinou uma mineira a amar.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Homens são como vestidos
Existem muitos modelos, cores e tamanhos. Muitos são bonitos, mas a gente só olha e deixa ali mesmo na vitrine. Outros resolvemos experimentar. Às vezes a gente experimenta e ele não combina com a gente, outros não ficam bem no corpo, outros não caem muito bem e outros depois que experimentamos, nem são tão bonitos assim.
Alguns nos chamam tanto a atenção que nem precisamos experimentar, compramos de cara. Às vezes dá certo, outras vezes a gente nem usa.
Tem também aqueles que estão guardados no armário há anos e de repente resolvemos usar. Engraçado, né? Ele ficou bonito e interessante depois de anos. Mas tem também aqueles que estão guardados e nunca usamos nem temos vontade de usar. Alguns resolvemos tirar do armário e doar, outros resolvemos emprestar e outros simplesmente jogamos fora porque não vale a pena.
O ruim é quando a gente empresta e começa a sentir falta. E pior, quando cai melhor na outra do que na gente. A gente olha e ele está tão bem nela, tão charmoso, ficou até mais bonito. Ai vem aquela pontinha de ciúmes, mas se realmente ficou bom nela a gente até dá de presente! Não tava usando mesmo...
Ahh! Mas tem também aqueles que a gente morre de vontade de usar, mas custa caro demais. Ou então a gente não sabe se vai ficar bom. Algumas vezes a gente se arrisca e compra. Outras vezes a gente desiste e deixa lá na vitrine.
E quando a gente gosta de vários? Ai é realmente um caos. A gente experimenta vários, gosta de alguns, compra três e só usa dois, mas gostar mesmo a gente acaba que só gosta de um. O difícil é saber qual dos dois vai ser esse um. Um tem um estilo mais legal, o outro tem uma cor mais chamativa, um tem mais presença, o outro é mais gostoso, um tem o tamanho certo, o outro sobra um pouco, mas um cinto resolve. É... no final a gente mantém os dois até um ficar velho e rasgar. Ai a gente joga fora ou manda pra costureira arrumar depois pega de volta.
Homens são como vestidos: difíceis de escolher! Mas mais difícil ainda é gostar só de um!
Alguns nos chamam tanto a atenção que nem precisamos experimentar, compramos de cara. Às vezes dá certo, outras vezes a gente nem usa.
Tem também aqueles que estão guardados no armário há anos e de repente resolvemos usar. Engraçado, né? Ele ficou bonito e interessante depois de anos. Mas tem também aqueles que estão guardados e nunca usamos nem temos vontade de usar. Alguns resolvemos tirar do armário e doar, outros resolvemos emprestar e outros simplesmente jogamos fora porque não vale a pena.
O ruim é quando a gente empresta e começa a sentir falta. E pior, quando cai melhor na outra do que na gente. A gente olha e ele está tão bem nela, tão charmoso, ficou até mais bonito. Ai vem aquela pontinha de ciúmes, mas se realmente ficou bom nela a gente até dá de presente! Não tava usando mesmo...
Ahh! Mas tem também aqueles que a gente morre de vontade de usar, mas custa caro demais. Ou então a gente não sabe se vai ficar bom. Algumas vezes a gente se arrisca e compra. Outras vezes a gente desiste e deixa lá na vitrine.
E quando a gente gosta de vários? Ai é realmente um caos. A gente experimenta vários, gosta de alguns, compra três e só usa dois, mas gostar mesmo a gente acaba que só gosta de um. O difícil é saber qual dos dois vai ser esse um. Um tem um estilo mais legal, o outro tem uma cor mais chamativa, um tem mais presença, o outro é mais gostoso, um tem o tamanho certo, o outro sobra um pouco, mas um cinto resolve. É... no final a gente mantém os dois até um ficar velho e rasgar. Ai a gente joga fora ou manda pra costureira arrumar depois pega de volta.
Homens são como vestidos: difíceis de escolher! Mas mais difícil ainda é gostar só de um!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Educação vem de partido
Após manifestação dos alunos do Atelier de Artes Integrada na porta da prefeitura, o prefeito Manoel da Mota resolve dizer que o Atelier não será fechado.
O que mais nos deixou revoltados foi o simples fato de que o prefeito já fechou e já demitiu os professores por alegar não ter dinheiro.
O mais engraçado é que essa decisão de não fechar o Atelier foi tomada durante o protesto, engraçado hein prefeito? Ficou com medo de perder pelo menos 400 votos dos alunos? Realmente eu se fosse você teria. Alias agora nem adianta mais ter medo, você já perdeu seus 400 votos (só de alunos, ainda falta contar com os pais dos alunos, os irmãos, tios...)!
Antes de ter medo, deveria ter vergonha na cara e admitir os erros. O Atelier foi fechado na quinta-feira da semana passada! E ontem na reunião da câmara vieram nos dizer que ele não foi fechado, que estava havendo um erro de comunicação. Ahhh! Pelo amor de Deus, né gente? Não é porque somos adolescentes que somos trouxas não! A gente sabe muito bem o que quer e o que foi feito.
Além disso, ainda tiveram a cara de pau de dizer que iriam fechar para fazer uma reestruturação, iriam contratar professores formados em Artes Cênicas. O que o prefeito não conhece é uma coisinha chamada DRT! O DRT é um documento que os atores profissionais tem. Mas é claro que o Manoel da Mota nem sabe o que é isso. Mais importante que contratar professores formados é manter nossos professores que possuem DRT! A gente quer qualidade e tem direito de exigir isso.
Outra coisa que me deixou revoltada foi dizerem ontem na câmara que nós estávamos fazendo baderna. Baderna estava sendo feita pelo vereador Ilacy Simões que sentado na mesa da câmara teve coragem de mostrar o dedo do meio para um cidadão que estava apenas manifestando seus direitos. Isso é falta de educação! O que mais me espanta é uma pessoa dessa ter sido eleita como vereador!
Nós estávamos apenas reivindicando uma promessa de campanha do senhor Manoel da Mota. Nós não fomos até a câmara para ofender ninguém como fazem os eleitores do Manoel que vão a câmara para simplesmente ofender nossos vereadores. Nós não somos baixos que nem vocês! Nós não estamos preocupados com o partido, mas com a qualidade.
O problema é que em Itabirito qualidade está diretamente ligada a partido!
O que mais nos deixou revoltados foi o simples fato de que o prefeito já fechou e já demitiu os professores por alegar não ter dinheiro.
O mais engraçado é que essa decisão de não fechar o Atelier foi tomada durante o protesto, engraçado hein prefeito? Ficou com medo de perder pelo menos 400 votos dos alunos? Realmente eu se fosse você teria. Alias agora nem adianta mais ter medo, você já perdeu seus 400 votos (só de alunos, ainda falta contar com os pais dos alunos, os irmãos, tios...)!
Antes de ter medo, deveria ter vergonha na cara e admitir os erros. O Atelier foi fechado na quinta-feira da semana passada! E ontem na reunião da câmara vieram nos dizer que ele não foi fechado, que estava havendo um erro de comunicação. Ahhh! Pelo amor de Deus, né gente? Não é porque somos adolescentes que somos trouxas não! A gente sabe muito bem o que quer e o que foi feito.
Além disso, ainda tiveram a cara de pau de dizer que iriam fechar para fazer uma reestruturação, iriam contratar professores formados em Artes Cênicas. O que o prefeito não conhece é uma coisinha chamada DRT! O DRT é um documento que os atores profissionais tem. Mas é claro que o Manoel da Mota nem sabe o que é isso. Mais importante que contratar professores formados é manter nossos professores que possuem DRT! A gente quer qualidade e tem direito de exigir isso.
Outra coisa que me deixou revoltada foi dizerem ontem na câmara que nós estávamos fazendo baderna. Baderna estava sendo feita pelo vereador Ilacy Simões que sentado na mesa da câmara teve coragem de mostrar o dedo do meio para um cidadão que estava apenas manifestando seus direitos. Isso é falta de educação! O que mais me espanta é uma pessoa dessa ter sido eleita como vereador!
Nós estávamos apenas reivindicando uma promessa de campanha do senhor Manoel da Mota. Nós não fomos até a câmara para ofender ninguém como fazem os eleitores do Manoel que vão a câmara para simplesmente ofender nossos vereadores. Nós não somos baixos que nem vocês! Nós não estamos preocupados com o partido, mas com a qualidade.
O problema é que em Itabirito qualidade está diretamente ligada a partido!
domingo, 18 de abril de 2010
Indignação pública

5 anos atrás o Atelier de Artes Integradas foi inaugurado e ali os sonhos de várias pessoas começaram a serem realizados. O meu principalmente. Professores foram contratados, uma casa alugada, depois outra e pessoas foram contratadas para alguns cargos de administração do local. Vários jovens se matricularam nas aulas de teatro e receberam aulas de professores formados. Um ano depois iniciou-se as aulas de ballet e jazz. Mais jovens se matricularam.
Durante esses anos, os jovens foram se "formando" em teatro, jazz e ballet.
Este ano, foi oferecido um curso preparatório para que os atores que já tivessem um certo grau de atuação pudessem aprender mais e conseguir tirar seu DRT provisório podendo ser então considerados profissionais. Porém o curso teve que ser interrompido assim como todas as outras atividades do Atelier porque o atual prefeito, Manoel da Mota, resolveu fechar a escola. A unica explicação dada para este fato foi a de que a prefeitura estava sem dinheiro. Será problema de dinheiro ou de administração? O antigo prefeito criou o projeto e conseguiu mantê-lo por todo esse tempo, tendo a mesma verba e os mesmos gastos... engraçado, não? Durante a campanha do atual prefeito foi dito que o Atelier não seria fechado, porém com apenas 5 meses de mandato foi mandado um comunicado de fechamento e os profissionais que ali trabalhavam já foram chamados para assinar sua demissão.
O Atelier possui mais de 180 alunos no ballet e mais uns 150 de teatro, agora pense em mais de 300 crianças e jovens sem suas aulas e seu DIREITO. Todos estamos indignados com esse ato do prefeito. Não só os que ali estudavam, mas também outros profissionais, como Walmir José que mandou uma carta ao prefeito que está publicada em seu blog (http://walmir.carvalho.zip.net) e Geraldo Lafaiete que está mandando um e-mail para todos os seus contatos.
É o que todos devemos fazer. Mobilizar a todos da forma que pudermos para reverter este absurdo cometido pelo prefeito.
Eu estou mandando e-mails e escrevendo aqui no blog, assim como a Larissa (http://omundoimaginariodearilelari.blogspot.com), Lais (http://visaodemenina.blogspot.com) e Bruna (http://garota-inefavel.blogspot.com).
Façam o que puderem também galera !
Assinar:
Postagens (Atom)